No ano de 1977, o Brasil foi marcado por um grande evento ufológico. Centenas de pessoas teriam tido contato involuntário com naves extraterrestres no Estado do Pará. Tudo começou com incessantes avistamentos de objetos voadores não identificados, que coincidiram com um grande aumento de enfermos nos hospitais. Os relatos apontam que tais naves se aproximavam da população e emitiam feixes de luz, que queimavam a pele, sugavam o sangue e, por muitas vezes, levavam a vítima à óbito. A Dra. Wellaide Cecim, com 24 anos na época, relatou que seus pacientes apresentavam amortecimento parcial do corpo, marcas de queimaduras, pequenas perfurações, tontura, entre outros sintomas.

 

A FAB investiga e documenta o caso.

Frente a tantos relatos e com o risco de pânico entre a população do Pará, O Primeiro Comando Aéreo Regional – I COMAR – foi enviado ao local para investigar e desmistificar as ocorrências. Mas falharam. O que presenciaram, mudaria suas vidas e toda a história da ufologia mundial para sempre. Munidos com câmeras Nikon, com teleobjetivas de 300 mm à 1000 mm, filmadoras e gravadores, os militares da FAB fizeram vigília durante as noites e coletaram depoimentos durante o dia. O que registraram foi incrível. Imagens precisas de naves e luzes não identificadas, que se aproximavam da população sem qualquer pudor. Vale lembrar que as imagens foram registradas no estado do Pará, na região da floresta amazônica.

 

É comum o caso Roswell ser sempre mencionado como o principal evento ufológico do mundo. Mas eu diria que não. A operação prato foi muito mais significativa. Além de ter recolhido provas da existência dessas naves, houve contato com delas com a população, provavelmente recolhendo material genético. Tudo está documentado e fotografado e boa parte desses documentos foram liberados pela FAB e tornou-se um patrimônio público com acesso a todos. No caso de Roswell, infelizmente não temos certeza de nada, apenas especulações, já que o governo americano nega a história toda até hoje.

 

O Suicídio do capitão Hollanda.

A Operação Prato carrega ainda uma triste história. O Capitão Uyrangê Hollanda, responsável pelas investigações no Pará em 1997, cometeu suicídio em sua própria casa em 1997. Muitos ufólogos, na época, acusaram o governo de ter matado Hollanda, como processo de queima de arquivo, já que o capitão foi o primeiro a demonstrar interesse em levar a público tudo o que se passara durante a operação. Contudo, todas as investigações apontam para o suicídio, inclusive a de Marcos Petit, um dos mais respeitados ufólogos brasileiros.

 

Abaixo, confira imagens e arquivos da Operação Prato:

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