Ao contrário do que se pensa, a ufologia não trata da vida extraterrestre em si. Isso é uma confusão provocada por muitos nomes que surgiram na ufologia, dos quais esbanjavam exoterismo, mas agiam com escassez de ciência. Não é incomum ver pessoas que se autodenominam ufólogos relatando experiências espirituais com seres extraterrestres, ou até mesmo contatos físicos, como foi o hilariante caso do ET Bilú, criação da mente imbecil e de pouco caráter do tal Urandir do Projeto Portal.

 

Então, o que é Ufologia?

 Como a maioria de vocês devem saber, Ufologia vem do termo Ufo, que é o acrônimo para Unidentified Flying Objects (Objetos Voadores Não Identificados, em tradução livre). O sufixo “logia” indica estudo. Sendo assim, Ufologia é o estudo de objetos voadores não identificados. Ele tenta encontrar a causa de manifestações como objetos discoides voadores que, por muitas vezes, realizam manobras que parecem desafiar as leis da física.

O primeiro passo é sempre excluir todas as possibilidades. Quando um avistamento ocorre, o ufólogo deve levantar um campo de pesquisa no local, levantando dados aéreos do momento em que o objeto foi testemunhado, possibilidades de balões meteorológicos nas áreas, fenômenos naturais e assim por diante. Ao final de tudo isso, se nenhuma das explicações for satisfatória, considera-se um Objeto Voador Não Identificado. Mas não necessariamente devemos afirmar que é projeto de uma civilização extraterrestre da raça X ou Y. Apenas fica-se subentendido que se aquele objeto parece executar manobrar inteligente, é porque deve ser fruto de criação, produção e controle inteligente. Mas o trabalho do ufólogo acaba por aí.

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O que é Exobiologia?

Você pode conhecer esta área da ciência como Astrobiologia. Mas atualmente na NASA, a agência espacial norte-americana, o assunto é tratado como Exobiologia e tem tido uma grande atenção por parte dos fundos de investimentos da agência. Ele estuda as origens, evolução, distribuição e futuro da vida em escala cósmica, misturando elementos de Biologia, Física e Química. Através dela, os Astrobiólogos conseguem prever planetas em que a vida deja possível e até mesmo quais as características de serem que supostamente evoluíssem nesses planetas. “É simplesmente apaixonante”, palavras do físico Carlos Vianna Speller, da Universidade Federal de Santa Catarina. Carlos construiu um modelo de uma das luas de Saturno, Titã, em laboratório. Titã possui todo o necessário para que a vida prospere. É exatamente como a Terra foi há 4 milhões de anos. Com isso, Carlos e sua equipe consegue entender melhor a evolução do planeta e da vida na Terra.

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