Dentre os dias 26 e 27 de setembro, os agroglifos voltaram a permear o sul do país. Mais uma vez, a cidade de Prudentópolis, região central do Paraná, foi palco dessa anomalia. A figura surgiu na propriedade de Éder Rickli, que acredita não passar de uma brincadeira de alguns amigos. Éder diz que encontrou algumas marcas de rodas e capturou uma camionete nas câmeras de segurança, reconhecendo o automóvel como sendo de amigos. Para o ufólogo Ademar José Gevaerd, editor da Revista Ufo, a primeira e maior revista desse segmento no mundo, não há vestígios suficientes para indicar que um desenho tão complexo tenha sido feito por mãos humanas. Gevaerd foi o único ufólogo a realizar a pesquisa “in locu”, como chamam, ou seja, diretamente no loca., e levou com ele uma equipe de cientistas e especialistas renomados.

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Além do tamanho da figura, a perfeição de sua execução chama a atenção. DIZ O LAUDO EM SUAS CONCLUSÕES: “O desenho é geométrico, simétrico e harmônico, de execução complexa, denotando ser um efeito inteligente. Não é possível que um fenômeno inteligente tenha origem em uma causa que não o seja. Portanto, conclui-se que a causa do fenômeno é inteligente também. Isto posto, verificando que o agroglifo ora examinado apresenta as características constantes nos agroglifos autênticos estudados cientificamente em todo o planeta, concluímos pela sua autenticidade”.

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Esse fenômeno costuma deixar rastros para que possamos identificá-los como “não-humanos”. Por exemplo, seu local favorito são as plantações de trigo. As plantas são amassadas, muitas vezes em sentido anti-horário, mas permanecem vivas. É possível ainda colhê-las e aproveitá-las para o consumo. A exatidão das medidas eletromagnéticas dentro das formas também são fatores que levam a crer que a origem da execução seja inteligente.

 

Você acredite ou não na origem extraterrestre dos agroglifos, eles existem e ainda não possuem uma explicação lógica ou científica. Até hoje, nenhum cientista encontrou uma explicação satisfatória para o fenômeno.

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